Parceria entre militares e IA terá diretrizes diz Google
Essa parceira entre os militares e o Google gerou protestos por parte dos funcionários da Google, que não gostaram nada da ideia de fornecer inteligência artificial para um sistema de vigilância por drones, gerando pedidos de demissão como forma de protestos.
A Google de defendeu dizendo que vai colaborar em vigilância e investigação e não vai permitir que tecnologias de inteligência artificial sejam implementadas em armamentos criando diretrizes mas não mencionou quais serão essas diretrizes segundo reportagem do New York Times.
O serviço de segurança captura as imagens que são analisadas no software privado dizendo que o objetivo oficial é “acelerar a integração do Departamento de Defesa com Big Data e machine learning” essa parceira denominando o Projeto Maven do Pentágono, todas essas informações foram divulgadas após um e-mail que vazou em março desse ano, Google considera “não agressivo” suas APIs TensorFlow para ajudar na detecção de imagens.
Funcionários da Google disseram que a politica é nunca se envolver com projetos do “setor de guerras” onde já no passado negou a participação após adquirir uma série de empresas de robótica ligadas à organização de pesquisa militar (DARPA), também escrevem uma carta ao CEO Sundar Pichai pedindo que reavaliasse a participação no projeto e nessa carta existia mais de 3 mil assinaturas.
Fonte: Terra
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