Criando uma cultura de segurança em seis passos

A maioria das empresas começa fazendo um investimento de um firewall para a proteção da sua infraestrutura para garantir toda a segurança mas na verdade o começo está na inclusão da cibersegurança na cultura da sua empresa para que a tecnologia alcance todos os colaboradores inclusive o pessoal do T.I. andando junto com a segurança onde deve haver um comprometimento de todos começando de cima para baixo.

Para ajudar a incluir a cibersegurança na cultura da sua empresa, separei seis passos abaixo:

1. Repensar o organograma da sua diretoria: criar um responsável pela segurança da informação(chief security) e que ele possa pessoa possa influenciar a abordagem de segurança da sua organização, que seu principal líder de segurança trabalhe diretamente com o CEO, ele se beneficia de maior visibilidade nas operações da empresa e na tomada de decisões. Ele também envia uma mensagem clara para toda a organização que a segurança cibernética não está isolada no departamento de TI.

2. Priorizar o conhecimento do usuário final: embora muitos profissionais de TI sintam que os funcionários de suas organizações têm uma compreensão sólida da segurança, pesquisas e incidentes da vida real contam uma história bem diferente. Globalmente, mais da metade das organizações relatam que o erro humano é um importante contribuinte para violações de segurança e incidentes relacionados. A raiz do problema é a falta de consciência do usuário final. Treinamentos básicos durante a fase de adaptação de um novo funcionário não são suficientes para incutir novos hábitos. Os líderes empresariais devem demonstrar o seu comprometimento com uma robusta formação do usuário final ─ a partir de cursos de e-learning até exercícios de simulação de phishing ─ e apoiá-lo com os recursos necessários para financiá-lo.

3. Estabelecer as métricas corretas: Um dos maiores desafios para implementar novas iniciativas é superar a crença de que as atuais estratégias e recursos são “boas o suficiente”. Os executivos de TI e de segurança podem e devem fazer mais para garantir que o protocolo de defesa de suas organizações esteja enraizado em fatos, não em sentimentos. Em parceria com especialistas terceirizados, eles podem desenvolver maneiras de avaliar a eficácia de seus esforços de segurança atuais e medi-los de acordo com os padrões da indústria.

4. Unir processos de negócios e tecnologia: Elevar a segurança cibernética a uma questão agnóstica departamental e vai além da implementação de soluções de prevenção de perda de dados ou de acesso a identidades. Trata-se de formalizar novos processos (e atualizar os existentes) por meio de uma combinação de negócios e de TI. Gerenciamento de risco e conformidade, seleção de novos fornecedores e treinamento de segurança do usuário final não podem ser práticas que os departamentos de TI descrevam e imponham aos seus colegas. Todos os líderes de negócios devem ser igualmente envolvidos na formação dessas políticas para garantir que elas sejam reforçadas e eficazes.

5. Promover uma nova perspectiva para os gastos de segurança: A segurança compreende uma única fatia do orçamento de TI. Porém, alguns líderes de negócios enxergam a segurança como algo a ser contido, investindo apenas quando necessário em momentos de crise real ou iminente. Organizações que se esforçam para promover uma cultura de segurança precisam de posições mais proativas em relação à sua estratégia e gastos. Isso significa posicionar a cibersegurança como uma oportunidade de investimento, e não como um item de linha relutante.

6. Incentivar a responsabilidade: reunir apoio à novas políticas e promover a conscientização da segurança cibernética pode ser facilmente enfrentado com resistência e indiferença, então, as organizações devem ser criativas. Oferecer vantagens para os departamentos ou equipes que mais participarem coletivamente das oportunidades de educação pode motivar o pessoal não técnico a levar a sério a segurança. Da mesma forma, os funcionários que oferecem novas ideias de segurança, ou que chamam a atenção para possíveis falhas de segurança, também devem receber o reconhecimento da empresa para incentivar iniciativas semelhantes em toda a organização.

 

Fonte: Computerworld

 

Sobre a Webglobe
A Webglobe realiza a gestão da infraestrutura de tecnologia de empresas, alinhando a tecnologia com os negócios dos nossos clientes para gerar melhores resultados.

Nosso fluxo de trabalho é baseado em processos e nossa gestão é apoiada nas boas práticas de ITIL e COBIT, permitindo entregar serviços gerenciados de tecnologia com qualidade, segurança e previsão de investimentos.

Visite: webglobe.com.br