#5 – Minimize os riscos de downtime

Quantas horas de parada de sistema são aceitáveis na sua empresa? O mundo corporativo não aceita mais horas de paradas, agora os SLAs de TI são medidos em minutos!

É praticamente impossível garantirmos um SLA desse nível contando só com os recursos que temos na nossa infraestrutura. Podemos ir além do backup na nuvem e até criar uma ambiente de disaster recovery replicando nossos serviços para uma nuvem e pública que possa assumir em caso de desastre de forma instantânea.

#6 – Restores mais rápidos

Se você optar por uma abordagem de backup na nuvem, é certo que o primeiro alvo de backup que utilizará será um storage, o disco do seu servidor ou mesmo um disco externo.

Em qualquer uma dessas opções o restore é muito mais rápido que o feito em fita. E mesmo que precise fazer o restore direto da nuvem ele será relativamente rápido, principalmente se você já levou algumas das suas cargas de trabalho para a nuvem.

#7 – Configurar um backup na nuvem é mais simples do que imagina.

Eu arrisco a dizer que utilizar uma abordagem de backup na nuvem consome menos horas de um técnico do que se optar por backup em fitas.

Falando especificamente do Azure Backup, o processo consiste basicamente na instalação do software, criação do cofre de backup e definição das políticas de backup e retenção.

 

Fonte: Infobusiness

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